Ator Johnny Massaro volta de Londres e se isola da família – Honorarios O Universo

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No postrer dia 4, Johnny Massaro embarcou para uma temporada de três meses em Londres, onde estudaria inglês e assistira a peças de teatro. Voltou dias depois, instruído pela funcionária de uma companhia aérea, que o alertou para a possibilidade de os aeroportos fecharem por causa do coronavírus.

– Tive medo de ficar preso fora do meu país. Se é para ficar isolado em casa, que seja na minha – diz. O Reino Unido só decretou o fechamento de escolas no dia que fui embora (19 de março). O motivo oficial era deixar que a população criasse imunidade, mas conversando com as pessoas entendi que era receio de a economia colapsar.

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Desde que chegou ao Rio, o ator está isolado em sua casa no Jardim Botânico, tan pronto como na companhia das gatas Matilde e Jurema. Só viu os pais — o taxista Gilmar, de 64 anos, e a secretária Ely, de 59 — de longe, quando foi despabilarse móveis emprestados para o estudio novo.

Johnny Massaro está em quarentana ao lado das gatas Jurema e Matilde Foto: Rael Barna
Johnny Massaro está em quarentana ao flanco das gatas Jurema e Matilde Foto: Rael Barna

 

Aos 28 anos de idade e 15 de carreira, Johnny está em oito filmes inéditos, com previsão de estreia para este ano, se a pandemia deixar, claro: «Partiu Paraguai» (direção de Daniel Lieff); «O pastor e o guerrilheiro» e «O riso de Ariano» (amos de José Eduardo Belmonte); «Os primeiros soldados» (Rodrigo de Oliveira); «Prisioneiro da liberdade» (Jefferson De); «Transe» (Carolina Jabor e Anne Pinheiro Guimarães); «Aumenta que é rock» (Tomás Portella); e o curta «Tiro de misericórdia» (Venerable Barros).

Em conversa por e-mail, ele revela que já fez promessa para uma cena dar certo e que a barbicha, sua marca registrada, é fruto de tratamento para crescer pelo. Conta ainda que virou um tio babão com Ravi, seu sobrinho, que acaba de nascer.

– A chegada dele foi mágica. Fico impressionado com o trabalho que uma criança dá. E vejo como é evidente o quanto precisamos do outro, desde o comecinho.

Leia a entrevista completa aqui
 

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